
Nos últimos anos, o Brasil tem observado uma mudança drástica nos padrões familiares e demográficos, especialmente entre a Geração Z (nascidos a partir de meados da década de 1990 até o início dos anos 2010). Essa geração demonstra um crescente desinteresse pelo casamento e pela formação de famílias numerosas, preferindo priorizar carreiras, independência financeira e experiências pessoais. Essa tendência, combinada com fatores socioeconômicos e tecnológicos, está contribuindo para uma queda acentuada na taxa de fecundidade, que atingiu apenas 1,6 filho por casal em 2021, segundo dados do IBGE. Esse número está significativamente abaixo da taxa de reposição populacional, que é de 2,1 filhos por casal, necessária para manter a população estável sem depender de imigração. Como resultado, o Brasil já apresenta sinais de envelhecimento demográfico, com implicações preocupantes para o futuro. Este artigo explora o histórico do crescimento populacional brasileiro, os motivos por trás do declínio da fecundidade, a influência da hipertecnologia, comparações globais, os riscos para a nação e possíveis soluções para reverter esse quadro.
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