
Quem nunca deixou uma tarefa importante para a última hora, mesmo sabendo que isso poderia trazer problemas? Seja adiar a entrega de um relatório no trabalho, evitar responder e-mails ou postergar uma conversa difícil com um colega, a procrastinação faz parte da vida de muitas pessoas. Mas o que poucos percebem é que, para alguns, esse hábito pode estar ligado a experiências difíceis vividas na infância, como maus-tratos ou negligência. Com base em estudos, como o de Marissa J. Harris, este artigo explora como traumas de infância podem levar à procrastinação no cotidiano de pessoas com vida trabalhista ativa e como a ansiedade atua como uma ponte nesse processo.
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