
Legenda:
À esquerda, um leproso dos tempos bíblicos retratado com feridas visíveis na pele, vestindo roupas simples e expressando sofrimento e isolamento social. Ao centro, a imagem ampliada do Mycobacterium leprae (bacilo de Hansen), bactéria causadora da hanseníase, representada em tons rosa e roxo sobre fundo verde. À direita, um paciente moderno com hanseníase, mostrando manchas e lesões típicas da doença, trajando uma camisa comum — evidência de que, hoje, a hanseníase é tratável e não requer exclusão social. A composição evidencia as diferenças históricas, sociais e científicas entre a “lepra” bíblica e a hanseníase atual.
Quando ouvimos a palavra lepra, é comum que muitas imagens surjam em nossa mente: histórias antigas, personagens bíblicos sendo excluídos da sociedade, imagens fortes de pessoas com a pele desfigurada. Mas será que a “lepra” mencionada na Bíblia é a mesma doença que conhecemos hoje como hanseníase?
Essa confusão é comum, mas a verdade é que o termo “lepra” tem uma história longa e cheia de transformações. Neste artigo, vamos explorar as origens do conceito de lepra nos tempos bíblicos e explicar como ela se diferencia da hanseníase, uma doença real e bem conhecida da medicina moderna.
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