
Um experimento recente conduzido por cientistas especializados em biotecnologia celular reacendeu um debate profundo e sensível: até onde podemos ir ao misturar células humanas com as de outras espécies? A resposta ganha contornos concretos com um estudo divulgado pela Nature (junho de 2025), no qual pesquisadores conseguiram desenvolver pequenos corações formados por células humanas dentro de embriões de porcos.
Essas estruturas cardíacas, mantidas por 21 dias, apresentaram atividade elétrica e batimentos — um feito inédito e promissor para a medicina regenerativa. Contudo, ao mesmo tempo, essa criação de organismos com componentes humanos e animais levanta uma palavra carregada de implicações: quimera.
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