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  • Como a música pode influenciar o indivíduo e a sociedade

    A música, não é uma criação humana, mais do que isso, é uma descoberta. Os sons, tons e ritmos já existiam na natureza antes mesmo de serem organizados em melodias. Foi por meio da percepção e da sensibilidade humana que esses sons passaram a ser compreendidos como linguagem, expressão e arte. Ou seja, a música não foi inventada, mas percebida e revelada — assim como as leis matemáticas ou as proporções da natureza, ela já estava lá, esperando para ser descoberta.

    Desde os tempos antigos, a música tem desempenhado um papel significativo na formação da sociedade e na maneira como o ser humano entende o mundo. Na Grécia Antiga, filósofos como Platão e Aristóteles discutiam o poder da música sobre a alma, o comportamento e a moralidade. Pitágoras, por sua vez, estabeleceu relações matemáticas entre os sons, mostrando que a música está profundamente conectada à ordem e à harmonia do universo.

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  • O “Retorno” do Lobo-Terrível: Realidade Científica ou Ficção?

    Você já ouviu falar do lobo-terrível? Se você é fã de Game of Thrones, provavelmente lembra dos gigantescos lobos que acompanhavam os personagens da série. Mas o que muita gente não sabe é que esses bichos existiram de verdade, há mais de 10 mil anos, nas Américas — e agora, cientistas dizem que conseguiram trazê-los de volta… mais ou menos.

    O lobo da capa da revista Time

    No começo de abril de 2025, uma notícia bombástica tomou conta das redes sociais e até da capa da revista Time: a empresa americana Colossal Biosciences afirmou ter criado os primeiros animais “desextintos” do mundo. Entre eles, três filhotes que seriam, supostamente, uma nova versão do extinto lobo-terrível. Os nomes? Rômulo, Remo e Khaleesi — sim, as referências mitológicas e televisivas continuam.

    Mas antes que você ache que os cientistas realmente reviveram um fóssil, calma lá. A história é bem mais complexa — e mais fascinante também.

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  • Lepra na Bíblia vs. Hanseníase Hoje: Entenda as Diferenças

    Legenda:
    À esquerda, um leproso dos tempos bíblicos retratado com feridas visíveis na pele, vestindo roupas simples e expressando sofrimento e isolamento social. Ao centro, a imagem ampliada do Mycobacterium leprae (bacilo de Hansen), bactéria causadora da hanseníase, representada em tons rosa e roxo sobre fundo verde. À direita, um paciente moderno com hanseníase, mostrando manchas e lesões típicas da doença, trajando uma camisa comum — evidência de que, hoje, a hanseníase é tratável e não requer exclusão social. A composição evidencia as diferenças históricas, sociais e científicas entre a “lepra” bíblica e a hanseníase atual.

    Quando ouvimos a palavra lepra, é comum que muitas imagens surjam em nossa mente: histórias antigas, personagens bíblicos sendo excluídos da sociedade, imagens fortes de pessoas com a pele desfigurada. Mas será que a “lepra” mencionada na Bíblia é a mesma doença que conhecemos hoje como hanseníase?

    Essa confusão é comum, mas a verdade é que o termo “lepra” tem uma história longa e cheia de transformações. Neste artigo, vamos explorar as origens do conceito de lepra nos tempos bíblicos e explicar como ela se diferencia da hanseníase, uma doença real e bem conhecida da medicina moderna.

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  • Papa Francisco Morre aos 88 Anos: Profecia de “Petrus Romanus” se Cumpre?

    Em 21 de abril de 2025, o mundo recebeu a notícia do falecimento do Papa Francisco, aos 88 anos, na Casa Santa Marta, no Vaticano. Segundo o Vaticano, a causa da morte foi um AVC fulminante, agravado por falência cardíaca.​

    A morte do primeiro papa latino-americano e jesuíta reacendeu discussões sobre profecias antigas, especialmente a de “Petrus Romanus”, que prevê que o sucessor de Bento XVI seria o último papa antes do fim dos tempos.​

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